Em julho de 2025 eu escrevi nessa news que os nossos filhos não estão nem aí para os nossos planos. E acertei na previsão. Minha expectativa era não interromper o envio deste boletim. Não só interrompi, como levei seis longos meses para voltar.

Tempo suficiente para me dedicar ao meu último bebê (sim, decidimos que vamos parar no terceiro filho) e também para repensar a minha produção de conteúdo, e, de quebra, todo o meu portfólio de carreira.

Calma, não vou te encher de novidades que você não pediu. Mas como você assina essa news, penso ser educado (pra não dizer honesto) te contar sobre as mudanças que vai ver por aqui.

Assim você pode decidir continuar comigo ou me largar sozinha na sarjeta virtual, junto com os Legendários, as aspirantes a Virgínias e posts de gatinhos.

Essa news que você já não precisava uma vez na semana agora chegará na sua caixa de e-mails duas vezes: toda segunda e quarta.

Seguirei abordando o mundo do trabalho em profundidade, porém por dois ângulos diferentes em cada dia fixo.

Até cogitei dourar a pílula e dizer que estou atendendo a pedidos de leitores que gostam deste boletim, mas a verdade é bem menos glamourosa: eu precisei redesenhar isso aqui pra conseguir manter os pratinhos girando.

Como parar de escrever eu não posso (pra não enlouquecer), e tampouco posso parar de gerar receita (muito filho pra criar), precisei repensar formatos, periodicidades, produtos e algumas certezas que eu achava que eram definitivas.

E como sou de honrar minhas promessas, agora chegou a hora. Porque lá atrás, quando essa news foi lançada, fiz duas propostas para quem topasse estar comigo:

1. Que esta news seria gratuita para todo o sempre (nada mudou);

2. Que eu te desapontaria em algum momento (talvez essa hora tenha chegado).

Como eu não produzo para agradar algoritmo (nem os tecnológicos nem os humanos que já foram algoritmizados), escrevo o que dá na telha, de um jeito meio errático e bem pouco objetivo.

Aqui é o meu lugar de aprofundar coisas que venho observando no mundo do trabalho, usando a lente de quem pulou pro lado de lá da mesa depois de jogar o jogo corporativo por vinte anos.

E o que muda, então?

Talvez menos do que parece. Talvez mais do que você esperava.

O conteúdo continua. A forma ganhou outra cadência.

Talvez você estranhe a nova dobradinha.

Talvez seja radical demais.

Talvez você ache que nem mudou tanto assim.

Talvez você note a mudança e ache que, ainda assim, vale apreciar.

Meu pedido: fica e experimenta.

Se não gostar, é só cancelar a sua assinatura.

Se gostar, espalhe essa mensagem de amor (ao conteúdo) e de esperança (por um mundo corporativo mais consciente e pensante) pra mais gente.

Até segunda,

Gabi Teco

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